FAQs

As respostas às perguntas mais frequentes

Deve ser o coordenador do projeto que emite o Youthpass. No caso do SVE, é possível dar essa responsabilidade à organização de acolhimento (se esta for diferente da organização coordenadora), fornecendo-lhe os dados do projeto e a organização de acolhimento insere os dados necessários através da sua conta youthpass, podendo adicionar a entidade coordenadora como editor também para poder acompanhar o processo.


Coordenador do projeto ou organização de acolhimento, se for esta a emitir o youthpass.


A responsabilidade é feita através da entidade organizadora e os parceiros. Deve ser estabelecido um acordo interno entre as organizações que participam no projeto, por forma a definirem as responsabilidades de cada uma e a forma de distribuição da subvenção. Devem guardar todos os documentos referentes a pagamentos ou transferência de verbas para os parceiros como forma de comprovar a sua realização.


Os limites de horários nas tarefas do voluntário por semana situam-se entre 30 e as 38 horas onde está incluída a formação linguística e formação para o desenvolvimento das tarefas atribuídas aos voluntários. Os horários devem ser acordados com os voluntários. Caso sejam contempladas atividades nos dias de descanso e desde que o voluntário concorde em executar as mesmas estes dias deverão ser posteriormente compensados.


Os participantes poderão chegar antes e/ou partir após a atividade num prazo considerado razoável. A atender que os custos de permanência serão da responsabilidade dos participantes.

 


A Entidade poderá aceder ao Relatório Final até à data da sua submissão. Após submissão, caso pretenda realizar alguma alteração, a AN terá de desbloquear o Relatório Final.

 


Os custos indiretos não se aplicam aos projetos descentralizados.


Não.


Em sede de auditoria, a Entidade terá de fazer prova da realização das viagens. Se não for utilizado o valor total, não terão de devolver o montante restante.


Qualquer tipo de atividades menos as não elegíveis identificadas no guia do programa.
Parcerías estratégicas no âmbito da Juventude:
1-Atividades de cooperação na animação de juventude para o desenvolvimento, teste, adaptação e/ou aplicação de práticas inovadoras de animação de juventude. Estas atividades podem abranger:
métodos, ferramentas e materiais destinados a fomentar as competências essenciais e aptidões básicas dos jovens, assim como as competências linguísticas e de TIC;
métodos, ferramentas e materiais para a profissionalização e o desenvolvimento profissional dos animadores de juventude (p. ex., programas curriculares, módulos de formação, recursos materiais, melhores práticas, instrumentos de validação, etc.);
novas formas de disponibilização de animação de juventude e de ministração de formação e apoio, designadamente o uso estratégico de aprendizagem aberta e flexível, mobilidade virtual, recursos educativos abertos e melhor aproveitamento do potencial das TIC;
programas e ferramentas de animação de juventude destinados a combater a exclusão social e o abandono escolar precoce;
cooperação e criação de redes estratégicas entre as organizações de jovens e/ou com organizações nos domínios da educação e da formação, assim como no mercado de trabalho;
cooperação estratégica com as autoridades públicas locais/regionais;
2-Reconhecimento e certificação de capacidades e competências a nível nacional por meio da respetiva referenciação para os quadros de qualificações europeus e nacionais de qualificações e da utilização de instrumentos de validação da UE.
3-Iniciativas transnacionais para a juventude: atividades de cooperação, que fomentem o compromisso social e o espírito de empreendedorismo, executadas conjuntamente por dois ou mais grupos de jovens de diferentes países.


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