FAQs

As respostas às perguntas mais frequentes

Questões relacionadas com o Programa Corpo Europeu de Solidariedade e a sua implementação.

Sim é. Deverá comunicar previamente todas as alterações à Agência Nacional para que possamos ter conhecimento das mesmas e garantir que não há problemas para você antes do relatório final. Não há problema em mudar o tempo de sua atividade, desde que as novas datas estejam dentro do período aprovado do projeto.


Todos os custos excecionais devem ser registados nas respetivas mobilidades de cada participante (por exemplo, para despesas de visto ou ajuda / apoio especial para um indivíduo específico). Se não houver nenhuma pessoa ligada a custos excecionais, você pode colocar todos os custos em uma pessoa adequada em algum lugar do projeto que esteja nas mobilidades. Não se esqueça de anexar os recibos de suas despesas em conexão com a apresentação do relatório final. A Agência Nacional apenas terá em consideração e concederá os custos que são reportados com os recibos.


É preciso sincronizar com o Portal Europeu da Juventude clicando em "recuperar agora". Se ainda não obteve nenhum nome na lista, pode ser porque o voluntário não aceitou sua oferta no PASS. Em seguida, certifique-se de que isso é feito e sincronize novamente.


Se voltou para casa mas a) ainda tem despesas direta e exclusivamente vinculadas à sua estadia no país de destino, como arrendamento e luz e / ou b) está participar em atividades de aprendizagem virtual ou outras atividades virtuais (se a instituição / organização no país de destino disponibilizou, como alternativa às atividades originalmente planeadas), então sim, você pode manter sua contribuição.

Além disso, você pode obter um reembolso de custos adicionais de viagem em que possa ter incorrido. Deve consultar a sua instituição / organização de apoio (sujeito à disponibilidade de fundos adicionais da UE à disposição da organização para a sua atividade).

Se após regressar não tiver despesas no país de destino, poderá ter que devolver a parte da bolsa, cobrindo o período entre a data em que encerrou sua experiência de mobilidade e a data planeada para o fim da atividade.


Se ficar no país de destino e a) ainda tem despesas direta e exclusivamente vinculadas à sua estadia naquele país e / ou b) está a participar de atividades virtuais (se a organização anfitriã disponibilizou alternativas online às atividades originalmente planeadas) então sim, pode ficar com a verba.

Da mesma forma, nos casos acima, a organização também pode obter o subsídio para cobrir outras despesas relacionadas com a sua estadia.


Pode adiar a atividade, reagendando a mesma dentro das datas de projeto previstas. Caso não seja possível, poderá solicitar adiamento da data de fim do projeto, para o máximo previsto no Guia do Programa, para a tipologia do projeto em questão.

Podem igualmente oferecer aos participantes a possibilidade de continuarem ou iniciarem as suas atividades através de atividades virtuais, que deverão incluir uma mobilidade presencial numa data posterior se e quando a situação o permitir. Estas alterações têm de ser previamente analisadas pela Agência Nacional e comportam uma redução no orçamento atribuído.


A título excecional, a Comissão permite o adiamento, para até mais 12 meses, apenas para projetos submetidos até ao primeiro Round de 2020. Os projetos submetidos no Round 2 e os que irão ainda ser submetidos, devem reger-se pelas regras normais do Guia.


Podem ser reembolsadas as despesas de viagem que não foram cobertas por outros meios (e.g., seguro, agência de viagens, companhia aérea, outras fontes de financiamento). Esta situação terá de ser devidamente descrita em relatório final acompanhada da respetiva fatura e comprovativos que demonstrem que foi solicitado o reembolso das despesas em questão e que as mesmas não foram reembolsadas ou reembolsadas parcialmente.


Se não for possível adiar a atividade, mesmo que a duração do projeto seja prolongada, poderá ser solicitada a alteração para realização de uma atividade virtual. Esta situação tem de ser devidamente justificada e comunicada à Agência Nacional.


Se não for implementada nenhuma atividade presencial no projeto, as organizações não têm direito a receber o valor atribuído para os custos com as viagens.


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